Eu vou escupi-lo em meu quintal
assim que o inverno chegar,
eu vou amar a sua imagem de gelo,
trará vida para mim e ao meu jardim.
Eu vou amá-lo como ninguém nunca o-amou,
eu vou quebrá-lo se alguém tentar lhe pegar,
e escupi-lo novamente,
eu vou amá-lo como ninguém nunca o-amou.
Eu vou escupir,
cada detalhe mínimo seu,
colocarei suas lágrimas e seu olhar triste
e até seu "gélido" coração.
Vou lhe abraçar tão forte até me queimar,
eu vou lhe derreter de tão quente que é o meu amor,
eu vou amá-lo, como ninguém nunca o-amou!
Guilherme de Carmo 19/11/2005 - Sábado.
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